Dia Nacional de greves e paralisações mobiliza todo o país contra governo Temer e sua “reforma” da previdência

Alteração em 16/03/2017, às 12h48.

Nesta quarta-feira, o dia 15 de março foi marcado pela força da luta dos trabalhadores. Com manifestações em diversos municípios e a união de diferentes categorias, o Brasil mostrou ao Governo Temer que não será fácil atacar os direitos da classe trabalhadora.

A tentativa de Temer e sua cúpula é aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/16, que visa impossibilitar a aposentadoria remunerada da maioria dos brasileiros. O texto estabelece uma idade mínima de 65 anos para homens e mulheres requererem este direito, sendo obrigatório o mínimo de 25 anos de contribuição para ter acesso à 73% do valor total do benefício; para receber 100% do valor, serão necessários 49 anos de contribuição, o que significa que todos deverão trabalhar desde os 16 anos de idade.

A diretoria da Fitert e membros dos sindicatos filiados participaram manifestaram-se em Brasília. Em todo o país os radialistas participaram das manifestações e passeatas unificadas.

Diversos trabalhadores, entre eles, professores, metroviários, motoristas, cobradores, bancários, petroleiros, rodoviários, o MTST, o MST e estudantes ocuparam as ruas de norte a sul do Brasil para barrar a Reforma da Previdência. Em São Paulo mais de 250 mil pessoas foram à Avenida Paulista, em Belo Horizonte mais de 200 mil marcharam, no DF milhares se manifestando em frente à Catedral, ao Congresso Nacional e ao Ministério da Fazenda e houve passeatas, ocupações de prédios públicos e paralisações em todos os estados.

A Fitert acredita que a população deve permanecer unida, ocupando os espaços públicos e mostrando ao governo golpista de Michel Temer que não haverá trégua enquanto o mesmo tentar tirar os direitos daqueles que mais precisam.

Assista um pequeno registro da participação da Federação no ato do Distrito Federal, em Brasília aqui: 

Fonte: Da redação.

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