Tem início a plenária eleitoral que vai compor a direção da Fitert na gestão 2017-2020

Foi instalada às 15h de hoje a Plenária Eleitoral que definirá quem serão os responsáveis pela condução da Federação no triênio 2017-2010. A composição da diretoria da Fitert se dá por representação de sindicatos filiados, assegurando que a base da categoria tenha voz na definição das prioridades e ações da entidade, que atualmente agrega 25 sindicatos em 20 estados do país, além do Distrito Federal.

Neste momento acontece o credenciamento das delegações e inscrição de chapa (ou chapas).

A comissão eleitoral é composta por representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores), da Contracs (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio e Seviços) e do FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação), com assessoria dos advogados da Federação.

Pela comissão, o dirigente da CUT/Brasília, Douglas Almeida, ressaltou que o momento é de “muitos desafios, colocados por um governo ilegítimo que vem impondo reformas profundas para retirar direitos dos trabalhadores”, e que este deve ser o norte de manutenção da unidade da Federação para defender os direitos da categoria. No mesmo sentido, Antônio Almeira Júnior, secretário geral da Contracs, ressaltou que este é um fórum que deve “privilegiar os debates políticos de conteúdo para o avanço das lutas dos trabalhadores”.

“Fizemos um grande esforço para garantir um processo eleitoral com a maior lisura para compor uma direção que pense o futuro da categoria”, ressaltou José Antônio de Jesus Silva, atual coordenador da Fitert.

No dia de hoje, além da eleição da diretoria, acontece a leitura e aprovação do regimento interno do 11º Congresso da Fitert, que definirá o plano de lutas da entidade para o próximo período.

O congresso, que acontece nestes dias 6 e 7 de outubro, discutirá a conjuntura nacional e internacional, os efeitos das reformas trabalhista e previdenciária nas vidas dos trabalhadores, os impactos das novas tecnologias e da lei 13.424/2017 (que dispõe sobre o processo de pedidos de renovação de concessão e permissão dos serviços de radiodifusão no Brasil e aglutina funções previstas na Lei dos Radialistas, impondo a “multifuncionalidade” não remunerada aos profissionais da categoria). Além de alteração no artigo 7º do estatuto da Federação, que estabelece as prerrogativas e deveres da entidade.

A diretoria da Fitert saúda todas e todos os participantes da Plenária Eleitoral e do Congresso, um espaço de organização fundamental para a luta dos radialistas brasileiros por valorização profissional, contra a retirada de direitos sociais e trabalhistas e o golpe institucional que tem levado o país a retrocessos cotidianos.

Ao longo destes três dias as direções sindicais e radialistas podem acompanhar os debates pelo site e pela página da Federação no Facebook.

Fonte: Da redação.

Crédito das imagens: Luciana Araújo (destaque) e Leon Cunha.

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