Sintert Amapá lança Carteira do Radialista

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do Amapá (Sintert-AP) se reuniu na última quinta-feira (23) para definir demandas de atividades da categoria e entrega das “carteiras de radialistas”. Emitida pelo sindicato, a carteira lançada pelo Sintert-AP permite mais facilmente que os profissionais amapaenses sindicalizados se identifiquem como radialistas quando em serviço no Estado do Amapá.

Até então, os trabalhadores não dispunham de nenhum documento de identificação, a não ser o cartão do Registro Profissional emitido pelo Ministério do Trabalho. O objetivo do sindicato é que carteira do radialista passe ser um instrumento de apresentação do profissional radialista às autoridades, ou a quem interessar, desde que o portador esteja no gozo de suas funções laborais, no caso de captação de informações radiojornalísticas.

O Sintert Amapá possui personalidade jurídica que legalmente representa a classe dos trabalhadores das emissoras de rádio, televisão e produtoras de áudio e vídeo em todos os 16 municípios do Estado do Amapá. E se coloca como um parceiro da categoria não só na defesa dos direitos trabalhistas como do respeito profissional e garantia de acesso de profissionais que atendam os requisitos da lei 6.615/78 e seus decretos regulamentadores. Então, mesmo que a carteira emitida desde já pelo sindicato não tenha o mesmo valor que os documentos oficiais (RG, CNH e CPF), será uma forma do profissional ser reconhecido como um trabalhador de comunicação enquadrado na Lei do Radialista. E, nesse sentido, deve contribuir para minimizar as barreiras que os radialistas profissionais encontram no seu cotidiano de trabalho.

Luta nacional pela Carteira de Identificação Profissional segue

A Federação dos Radialistas (Fitert) luta também luta em nível nacional pela aprovação do Projeto de Lei 458/2015, que cria a carteira de identificação profissional dos radialistas (similar ao documento legal já conferido a jornalistas, advogados, engenheiros e algumas outras categorias profissionais). Se o projeto for aprovado no Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República a carteira de identificação profissional que então será criada terá o mesmo valor do RG, com validade em todo o território nacional.  O projeto prevê ainda que os sindicatos e a Fitert deverão emitir o documento caso este seja criado. Essa é uma luta que a Fitert trava desde 2007.

Fonte: Marlete Farias, da Secretaria de Imprensa do Sintert Amapá, e redação da Fitert.

One comment

  1. Gostaria de agradecer a todos da fitert .por tudo que vocês estao fazendo por os radialistas do Brasil.

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